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BALEIA AZUL - Pais devem adotar postura preventiva para evitar que filhos se envolvam em jogos perigosos
20 de Abril de 2017
 
 

Tentativas de suicídio e casos de automutilação que estariam relacionados ao chamado “jogo da Baleia Azul” têm chamado a atenção das autoridades policiais e de saúde em várias partes do Brasil, incluindo o Paraná. A competição, que teria surgido na Rússia a partir de uma notícia falsa, propõe aos participantes 50 tarefas, sendo a última o suicídio. Preocupado com a situação, o MPPR faz um alerta aos pais para que redobrem os cuidados com os filhos, principalmente adolescentes, adotando uma postura preventiva.

INTERNA

Tentativas de suicídio e casos de automutilação que estariam relacionados ao chamado “jogo da Baleia Azul” têm chamado a atenção das autoridades policiais e de saúde em várias partes do Brasil, incluindo o Paraná. A competição, que teria surgido na Rússia a partir de uma notícia falsa, propõe aos participantes 50 tarefas, sendo a última o suicídio. Preocupado com a situação, o Ministério Público do Paraná faz um alerta aos pais para que redobrem os cuidados com os filhos, principalmente adolescentes, com intuito de atuar de modo preventivo e também identificar sinais que possam indicar que estejam participando dos desafios propostos pelo jogo.

A promotora de Justiça Luciana Linero, que atua no Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça (Caop) da Criança e do Adolescente e da Educação do MPPR – Área da Criança e do Adolescente, lembra que ser pai ou mãe de adolescentes, por si, já exige mais, pois essa é uma fase em que naturalmente as pessoas tendem a apresentar um comportamento mais rebelde e vontade mais acentuada de transgredir regras. Além disso, ela comenta que os casos de depressão na adolescência, que podem deixar a pessoa mais suscetível a participar desse tipo de desafio, também têm se tornado mais comuns nos últimos anos.

Nesse sentido, ela alerta para a importância de os pais tentarem se aproximar mais dos filhos: “Hoje, em função das características da vida moderna, que torna o tempo mais escasso, os pais têm menos tempo para ficar com os filhos. Mas é preciso que usem bem esse tempo, procurando resgatar os vínculos. Os pais têm que dar liberdade aos jovens, mas também devem monitorá-los”.

A promotora de Justiça ressalta que o diálogo é fundamental para que os pais possam atuar de modo preventivo, evitando que os filhos se exponham a uma série de riscos. Da mesma forma, é fundamental que sejam identificados, de modo precoce, sinais de que os jovens possam estar com quadros depressivos ou participando de jogos nocivos, como o Baleia Azul. “Se os pais estiverem atentos, poderão notar mudanças de comportamento, como agressividade, isolamento, tristeza exagerada, ansiedade, cortes e mutilações, gosto súbito por filmes de terror, alterações de sono e distúrbios alimentares. Tudo isso pode ser revelador de um estado atípico e que requer cuidados especiais.”

Confirmadas as suspeitas de depressão, participação em jogos perigosos ou outros quadros preocupantes, Luciana Linero recomenda que os pais procurem apoio de profissionais especializados, como psicólogos e psiquiatras, dependendo do caso. Pontua ainda que os casos associados ao jogo Baleia Azul devem ser comunicados à polícia, já que, em geral, denotam práticas criminosas.

Escolas

O MPPR destaca a importância de os professores também estarem atentos ao comportamento dos estudantes, já que, em boa parte do tempo, os jovens permanecem na escola. A promotora de Justiça Hirminia Dorigan de Matos Diniz, que atua no Caop da Criança e do Adolescente e da Educação – Área da Educação, sugere que as escolas mantenham ações permanentes, focadas no combate a problemas que podem deixar os jovens mais suscetíveis a participar de jogos como esse e a pressões para cumprir as tarefas. “São programas como os de combate ao bullying e de prevenção à depressão, que possam favorecer a integração de todos e de cada um dos estudantes. Se existe um trabalho preventivo, de proteção da criança e do jovem em casa e também na escola, os riscos de cooptação pelos organizadores de jogos desse gênero diminuem”, comenta.

A promotora comenta ainda que há necessidade de o poder público de modo geral atuar por meio de políticas públicas de combate a situações que possam deixar os jovens suscetíveis a esse tipo de situação. Uma reunião para discutir especificamente o problema do jogo Baleia Azul está marcada para a tarde desta quinta-feira, na sede da Secretaria Estadual da Educação, em Curitiba, e deverá contar com a participação de representantes do MPPR.

 
 
 
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