Maionese vegana da Hellmann?s é idêntica ou até melhor que a original
GASTRONOMIA
11 de Janeiro de 2019

"Ela é idêntica à original. Se você fizer um teste às cegas, não tem como saber qual é qual”, afirma o presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira, Ricardo Laurino, sobre o mais novo produto da Hellmann’s, a maionese vegana.

Lançada no fim de 2018, a versão é livre de ingredientes de origem animal e conta com o selo de certificação vegana pela SVB. O músico, apresentador e proprietário do restaurante vegano Central Panelaço, João Francisco Benedan (mais conhecido como João Gordo), também aprovou a novidade. Segundo uma publicação feita em seu perfil no Instagram nesta quinta-feira (10), a maionese vegana da Hellmann’s é igual ou “até mais gostosa” que a tradicional.

Por definição, maionese é um molho francês clássico à base de ovos, vinagre, limão, azeite e sal, batidos até adquirir consistência de emulsão, segundo o Pequeno Dicionário de Gastronomia. Para tornar seu produto vegano, a Hellmann’s fez poucas alterações na composição.

Os ingredientes são basicamente os mesmos que compõem a versão clássica. A diferença é a substituição dos ovos pasteurizados pela maior adição de amido modificado e do estabilizante goma xantana.

Mais cara e difícil de achar
Apesar de ter sido lançada há pouco mais de três meses no Brasil, ainda é difícil encontrar a maionese vegana da Hellmann’s nos supermercados, segundo muitos internautas. “Já procurei no Extra, Pão de Açúcar, Master, não encontro em nenhum lugar e moro numa das regiões mais veganas de sp”, reclamou uma seguidora de João Gordo em seu post.

Em uma pesquisa online, o Bom Gourmet procurou a maionese vegana da Hellmann’s nos principais supermercados de Curitiba. A embalagem de 250g está disponível apenas no Extra Delivery por R$ 7,39 – quase três reais mais cara que a versão tradicional.

Como saber se um produto é vegano
O selo da SVB é a garantia de que um produto é vegano, ou seja, não contém nenhum insumo de origem animal e não passou por testes em animais. Para receber a chancela, é preciso que haja uma análise criteriosa feita pela equipe da SVB.

Dependendo da quantidade de insumos, a investigação pode levar de três a seis meses para ser concluída. “A gente faz um rastreamento de cada um dos insumos, até chegar na origem dele. Pegamos a documentação que comprova a procedência e conferimos todos os fornecedores”, explica Laurino."

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